Sorocaba investiga 13 casos suspeitos de sarampo e intensifica vacinação preventiva
Sem registros confirmados desde 2020, município faz busca ativa de não vacinados e reforça alerta sobre a alta transmissibilidade do vírus.
Jornal Cruzeiro
Imagem Gemini AI
Imagem Gemini AI Com 13 casos suspeitos de sarampo sob investigação, a Prefeitura de Sorocaba intensificou as ações de prevenção e busca ativa de não vacinados na cidade. Embora a Secretaria Municipal da Saúde confirme que não há casos positivados desde 2020 — e que outros sete registros já foram descartados este ano —, a alta transmissibilidade do vírus acendeu o alerta epidemiológico.
Uma das principais intervenções ocorreu na área da UBS Cerrado (incluindo o Jardim Paulistano), onde equipes realizaram varreduras para atualizar carteiras de vacinação e orientar moradores. Sorocaba registra 95,59% de cobertura na primeira dose da vacina e 81,39% na segunda, índice que exige esforço contínuo para proteger principalmente as crianças.
Medidas adotadas pela gestão municipal e pela infectologista Dra. Marina Jabur (Hospital Unimed Sorocaba):
- Ações de Bloqueio: Notificação e busca ativa de suspeitas em serviços públicos e privados de saúde, além da exigência de planos de contingência e capacitação de equipes.
- Multivacinação: Busca ativa nas UBSs focado na tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).
- Alerta sobre Transmissão: Por ser um polo regional com intenso fluxo de pessoas, a cidade precisa reforçar o monitoramento para conter qualquer risco de surto — definido como a confirmação de transmissão local ativa.
- Sintomas e Gravidade: O sarampo causa febre alta, manchas vermelhas no corpo, tosse seca, coriza e conjuntivite, podendo evoluir para complicações pulmonares e neurológicas. Em caso de suspeita, o paciente deve buscar atendimento médico imediato e evitar contato social.
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